Há muito tempo que ando com vontade de escrever uma matéria que possa ser de verdadeira ajuda para os sofredores de Síndrome de Pânico!
A experiência, entretanto adquirida com pessoas de diversos escalões etários que apresentavam essa dificuldade mostra que é possível DE FATO resolver a situação.
Mas afinal o que é o Transtorno de Pânico?
De acordo com: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?144
O Transtorno de Pânico se caracteriza pela ocorrência espontânea de ataques de pânico. Os ataques de pânico duram quase sempre menos de uma hora com intensa ansiedade ou medo, junto com sintomas como palpitações, respiração ofegante e até mesmo medo de morrer. A pessoa pode ter múltiplos ataques durante um único dia até, apenas alguns ataques durante um ano. Estes ataques podem ocorrer acompanhados por agorafobia, que é o medo de estar sozinho em locais públicos, especialmente, locais de onde uma rápida saída seria difícil em caso de ocorrer um ataque de pânico.
De acordo com: http://www.psicologopsicoterapia.com.br/sindrome-do-panico.html
É um ataque repentino de pânico, ou seja, de repente sente-se algumas alterações no corpo, que causam desconforto e medo de morrer de um ataque cardíaco, derrame ou coisa parecida. Neste momento, a pessoa se desconecta do mundo e passa a perceber somente as reações do seu corpo. Uma vez em pânico ela vai sentir sensações sufocantes como dor no peito, falta de ar, formigamento nas mãos e passa a acreditar que esta tendo um treco, são sensações horríveis e reais. É muito comum a pessoa sair abruptamente do local e procurar ajuda num pronto socorro. O estresse é um dos principais causadores da síndrome do pânico, sendo responsável por 80% das crises de pânico. As drogas representam outro enorme fator de risco. Desde os “energéticos”, na realidade estimulantes do sistema nervoso, até, evidentemente, as drogas ilícitas.
De acordo com: http://www.psicoterapia.psc.br/scarpato/panico.html
A Síndrome do Pânico é um transtorno psicológico caracterizada pela ocorrência de inesperadas crises de pânico e por uma expectativa ansiosa de ter novas crises.
As crises de pânico - ou ataques de pânico - consistem em períodos de intensa ansiedade, geralmente com início súbito e acompanhados por uma sensação de catástrofe iminente. A freqüência das crises varia de pessoa para pessoa e sua duração é variável, geralmente durando alguns minutos.
No geral, as crises de pânico apresentam pelo menos quatro dos sintomas abaixo:
Taquicardia, falta de ar, dor ou desconforto no peito, formigamento, tontura, tremores, náusea ou desconforto abdominal, embaçamento da visão, boca seca, dificuldade de engolir, sudorese, ondas de calor ou frio, sensação de irrealidade, despersonalização, sensação de iminência da morte.
Há crises de pânico mais completas e outras menores, com poucos sintomas.
Em face de uma problemática com esta dimensão apresentam-se tradicionalmente quatro alternativas:
a) compreender o problema (pretendida por muitos)
b) aprender a lidar com o problema, estratégias para viver com a síndrome (pretendida igualmente por muitos)
c) tratamentos que invariavelmente como o próprio nome diz, tratam, mas não resolvem (efetuados talvez por uma grande maioria)
d) resolver o problema (ignorado pela maioria, até porque, acredita-se que não há solução efetiva ...)
A resolução efetiva do Transtorno de Pânico tem sido efetuada com sucesso, através do processo particular do Descondicionamento, onde são descondicionadas todas as emoções características de uma crise de pânico, como ansiedade, medo, pânico, etc., além dos sintomas que também ocorrem, como falta de ar, formigamento, tremores, náusea, etc.
Se sofre ou conhece alguém que sofra deste transtorno e pretende ajudar pode contatar, para mais informações:
http://www.fernandobaptista.com.br/contato_12.html
Independentemente das causas que possam estar por detrás, o esvaziamento dos conteúdos emocionais que se encontram associados às imagens mentais relacionadas com as crises, leva a que futuramente a pessoa reaja de forma diferente a uma situação que anteriormente lhe provocaria a crise de pânico.
Se atuarmos imediatamente após a primeira crise, eliminando completamente a ansiedade, medo e pânico bem como os sintomas vivenciados, a probabilidade de essa pessoa vir a ter uma crise é praticamente nula, independentemente de se conhecerem as causas que originaram esse primeiro evento.
Se não for possível atuar após a primeira crise o procedimento a adotar será o mesmo. A única diferença é que será necessário mais tempo para a resolução da situação.
Embora a questão das causas seja importante ela fica neste caso em segundo plano.
Importante em primeira análise é resolver a questão e evitar que se volte a repetir. Não interessa porque a pessoa caiu no fundo do poço, interessa em primeiro lugar salvar a pessoa de morrer afogada.
Tudo tem um motivo para acontecer mesmo que o desconheçamos. Assim podemos considerar que poderá haver estímulos que podem desencadear uma crise de pânico.
Esses estímulos podem ser uma palavra, um pensamento, um objeto físico, uma pessoa, uma situação, etc..
Eventualmente quando a pessoa se encontra equilibrada e feliz esses estímulos não produzem nenhum efeito. Porém se a pessoa estiver cansada, estressada, perturbada emocionalmente, existem mais probabilidades de se manifestar uma reação adversa. O mecanismo reativo é em primeira mão incontrolável, por isso se denomina de reativo.
No entanto pode ser modificado, retirando força à compulsão para agir daquela maneira. De uma situação em que o indivíduo se vê dominado pelo “inconsciente” é possível e recomendável passar para outra em que ele exerce a sua vontade sobre o ambiente.
Imaginemos um contentor emocional onde guardamos cada emoção relacionada com o transtorno de pânico, como o medo, o pânico, a ansiedade, etc. e, um outro onde acumulamos os sintomas sentidos antes, durante e depois de uma crise, como por exemplo a falta de ar, formigamento, tremores, náusea entre outros.
Estas emoções e sintomas junto com as respectivas imagens mentais são armazenadas nos contentores ao longo da história de vida da pessoa, através das diversas experiências que ela vivencia.
Ao eliminarmos a maior parte dessas emoções do “inconsciente” da pessoa vítima da crise, reduzimos de forma significativa a probabilidade de novas crises. De realçar que não é necessário apagar as imagens mentais nem recorrer a processo hipnótico para acessar esses conteúdos.
O processo de apagamento emocional é efetuado utilizando uma técnica repetitiva que imita o processo de gravação emocional, mas neste caso de forma inversa, eliminando as emoções.
No final a pessoa que sofria de Transtorno de Pânico restaura o equilíbrio emocional com o conseqüente aumento dos níveis de consciência em relação a si mesmo, aos outros e ao ambiente que o envolve.
Os processos são bem simples e extremamente efetivos, como tem sido demonstrado pelos inúmeros casos resolvidos até ao momento.
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