
No momento do nascimento, cada um de nós, estabelece as bases da sua futura relação com o corpo e com a própria respiração. Para a maioria, como descrevemos, é uma experiência traumática. Muitos nascemos num hospital, onde o parto é considerado uma emergência médica.
Com certeza que a natureza deseja que esta transição seja uma experiência mais gradual, suave e prazerosa. Para a maioria, no entanto, a primeira respiração prematura foi uma experiência dolorosa e a partir daí adotou a crença que é doloroso respirar. A partir desse momento, muitos de nós resistimos a respirar por causa desta crença subconsciente aprendida de que respirar dói. Doeu de muitas maneiras.
Muitos de nós ainda lutamos de forma frântica para reganhar um senso interno de dignidade e controlo que foi perdido no meio de um processo de nascimento que desrespeitou as nossas necessidades básicas.
A mensagem foi clara: Respira como nós queremos, ou morre!!! Foi literalmente uma questão de vida ou morte.
A nossa forma de respirar torna-se restrita a partir da nossa primeira respiração. Posteriormente e como parte integrante da socialização, ao retermos os nossos sentimentos continuamos a condicionar a nossa respiração. Afastamo-nos assim, ainda mais, de nós mesmos ...
Ao não respirarmos completamente, sofremos. A nossa vida permanece marginal.
A boa notícia é que podemos mudar tudo isto com o Descondicionamento!!
Com base nalguns textos de Judith Kravitz criadora da Fundação para a Respiração Transformacional
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