sábado, 5 de novembro de 2011

Diferentes formas de terapia


Todas as terapias deveriam ter como objetivo a cura ou resolução das questões apresentadas pela pessoa.

De acordo com alguns dicionários, Terapia é palavra de origem grega (therapeía) e significa "método de tratar doenças e distúrbios da saúde, tratamento de saúde". Há diversos tipos de terapia, que utilizam variados procedimentos, substâncias e ambientes.

É interessante verificar que na maior parte das definições que podemos encontrar em diversas fontes é quase sempre utilizada a palavra tratamento e nunca a palavra resolução. O fenômeno final do verbo tratar é tratado, logo depois de um tratamento de qualquer questão ela fica tratada, o que não significa necessariamente resolvida. 

De acordo com este ponto de vista, dependerá muito de cada terapeuta em particular a obtenção ou não de resultados. Se o terapeuta assumir a sua parte e a pessoa necessitada a sua,  existe uma grande probabilidade de se conseguir alcançar o resultado desejado.

Podemos dividir as abordagens terapêuticas em três grupos:
  • ·         As que levam à compreensão das questões envolvidas
  • ·         As que levam ao aprendizado de como lidar com a situação e,
  • ·         As que levam à resolução da questão
A resolução de uma questão pode ser entendida como a sua harmonização sem reincidência futura e sem qualquer tipo de efeitos secundários negativos, além do benefício de todas as partes envolvidas. Esta resolução é independente do tipo de terapia que possa ser utilizado.

Poderemos ainda de acordo com outro ponto de vista dividi-las em duas categorias:
  • ·         Terapias aditivas - As que partem do princípio de que o individuo é insuficiente para reabilitar e manter a saúde integral e por conseqüência precisa de fatores externos para ser completo, como diria Jung. Este é um padrão predominante nos dias de hoje, independentemente das terapias. Existe uma crença generalizada de que preciso de algo ou alguém para ser feliz.   No caso das terapias pode ser um medicamento, uma frase, uma prática diária, etc.
  • ·         Terapias subtrativas – As que acreditam no Ser e no seu potencial de auto-cura e partem do princípio de que se o ser humano não se encontra bem é devido ao fato de ele ter perdido o contato com o Ser, com a essência. Essa perda deve-se ao fato de ter-se identificado com um sem número de emoções e padrões de pensamento que assim o impedem de desfrutar da saúde de forma integral. Neste caso, os resultados dependem apenas da libertação de todo o lixo emocional e relacional que acumulou ao longo de sua vida.
São dois pontos de vista bem opostos que levam a resultados, também eles bem diferentes embora possam parecer “aparentemente” idênticos.

Poderíamos ainda subdividir as terapias de acordo com os planos em que agem. De acordo com este ponto de vista teríamos:
  • ·         Aquelas terapias que recorrem a meios físico-químicos como principal ferramenta para alcançar os resultados que pretendem, quer sejam diferentes formas de manipulação física quer seja o recurso a medicamentos, etc.
  • ·         As que recorrem a um trabalho que incide na restauração da harmonia emocional.
  • ·         Todas aquelas que acessam a mente com o objetivo de modificar crenças e padrões de pensamento.
  • ·         E ainda aquelas que acessam a essência diretamente porque consideram o desequilíbrio como a perca do contato com essa essência. Ao restabelecerem, de forma consciente e duradoura, o contato com a essência, todos os outros planos se harmonizam automaticamente, sem necessidade de reprogramações,etc.
Num grupo especial, poderíamos ainda distinguir aquelas terapias que utilizam predominantemente a fala e das que usam o pensamento.

Partindo do principio de que tudo o que existe é vibração e de que quanto maior o comprimento da onda, maior é a freqüência e, por consequência a vibração, observemos a diferença entre som e pensamento.

Em geral o pensamento compreende uma faixa de frequência alta, correspondente a um comprimento de onda baixo, em média de 0,00003 mícron, do tipo das ondas de rádio, televisão, celular e ultravioletas embora muito mais sutil.  Da mesma forma, como as ondas de rádio são plausíveis de recepção, se captarmos suas freqüências com aparelhos próprios para este fim, também existe a possibilidade dos pensamentos serem recepcionados por pessoas que de alguma forma encontrem-se em “sintonia”, ligadas por vínculos familiares, afetivos.

Os raios gama são consideradas as ondas condutoras do pensamento.

As ondas mais baixas, de transmissão de imagens e sons, encontram-se entre os 100 e os 30.000.000.000 de mícron. No caso da televisão, registramos 1.500.000 mícron. Já o rádio tem sua freqüência média em torno de 500.000.000 de mícron.

Ao acreditar nestas informações, podemos concluir que as abordagens que envolvem a utilização direta do pensamento permitem um acesso mais fiel, rápido e imediato às imagens mentais que constituem o chamado inconsciente ao passo que as outras que envolvem a fala atrasam esse acesso ao “aumentar o percurso” (devido à necessidade de decodificação e interpretação dos sinais sonoros), quando não falham o alvo.

Os conteúdos inconscientes, fazendo aqui de forma grosseira a analogia da nossa vida como um filme, compostos por imagens mentais, etc. vibram numa freqüência mais aproximada a do pensamento em oposição à fala que se propaga numa frequência vibracional bem mais baixa.

O Descondicionamento, embora seja uma terapia que acessa diretamente a essência, o Ser, pode também ser considerada uma terapia do pensamento devido à utilização que dele faz nos seus processos subtrativos ou de limpeza.

É também uma terapia subtrativa e que se propõe resolver as questões que se lhe 
apresentam, mais do que aprender a lidar com elas ou as compreender (na maior partes dos casos acaba por se ter uma compreensão final do porquê da situação a que se chegou).

Por uma questão de respeito para todos os colegas terapeutas decidi não nomear quaisquer formas de terapia quando fiz a subdivisão em grupos.

Hoje, até mesmo aquele velho paradigma de que a pessoa só se cura se ela colaborar e se se dispuser a isso deixou de ter validade. Com o uso da TpT – Terapia para Terceiros (para mais informações acesse htmlhttp://www.fernandobaptista.com/p/tpt-terapia-para-terceiros.html), é possível em muitos casos ajudar a pessoa a resolver muitas das suas dificuldades, através de alguém verdadeiramente interessado, comprometido e disposto a fazer o necessário para tal.

Assim como para executar uma boa sinfonia são necessários bons instrumentos e bons executantes além dum excelente maestro, também necessitamos de ter bons pensamentos para obtemos mais ou menos harmonia nas nossas vidas.  

A questão é: Como alcançar esse estado de alta vibração ... por um método aditivo externo ou por um  subtrativo e através de uma técnica que privilegie o pensamento ou a fala?

Eu vou pelo Ser, pelo subtrativo e pelo pensamento!!!

Ao procurar ajuda através de terapia, tenha consciência de que tipo de resultado pretende alcançar, se baseado no ego (falso resultado), se baseado no Ser (verdadeiro resultado)!

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