terça-feira, 2 de outubro de 2012

Uma contribuição para a compreensão da Diabetes

Hoje, com esta matéria, pretendo contribuir para o esclarecimento de alguns pontos de vista sobre as possíveis causas mentais e emocionais da Diabetes, de forma a ajudar todos aqueles que têm esta doença, a voltar a viver suas vidas com mais consciência.


O estudo e tratamento da Diabetes situam-se no âmbito da Medicina.

A diabetes é conhecida como sendo uma doença do pâncreas. O pâncreas é uma glândula importantíssima no corpo humano que, entre outras funções, produz insulina. Assim, no plano físico a diabetes surge de uma deficiência da função endócrina do pâncreas, que leva a um déficit de insulina. Existem também alguns casos de diabetes que resultam de uma resistência á ação da insulina.

As pessoas que tem diabetes, ao fim de algum tempo já se reconhecem como diabéticas. Dizem: Eu sou diabética! Quando se afirma que se é diabético, hipertenso ou qualquer outro rótulo cria-se um afastamento quase irreversível em relação à consciência. Ninguém é diabético ou qualquer outra doença. Só se chega a esta afirmação, através de um afastamento do cento de consciência e de uma identificação com algo.  Ah... agora pertenço a este time... Quase todo o ser humano devido ao auto-abandono em estágios precoces de sua vida, anseia por pertencer a um time. Este time é bom, porque tem muitas pessoas e representa um excelente álibi para o resto da minha vida.   Sobretudo porque não tem cura... o que, preenche completamente o principal pré-requisito de qualquer vitima.

Todo este processo é inconsciente ou será que alguém consciente iria fazer mal a si mesmo? Não acredito! A tendência natural de qualquer ser humano é querer sentir-se bem, no mínimo no que diz respeito a sua saúde!


Muitas pessoas dizem que gostariam de viver muito tempo desde que tenham saúde, sem terem  a noção do que estão dizendo.  É como se a saúde dependesse de algo externo, da sorte ou do azar.


A saúde é um estado de consciência que reflete também um equilíbrio psicoemocional.   

Assim, quem quer viver com saúde e quer “morrer” de velhice precisa começar a viver a partir da consciência o mais breve possível.

Toda a doença é criada pela própria pessoa e resulta de um desequilíbrio, na maior parte dos casos, psicoemocional.  

Um dos primeiros requisitos para sair de qualquer doença é curar a pessoa. Para tal ela necessita entender que está de alguma forma, criando sua própria doença. E uma das principais é o apego ao rótulo, eu sou isto ou aquilo. Em lugar disso pode dizer que tem isto ou aquilo... Se tem, pode vir a deixar de ter... Tudo começa com uma decisão mesmo quando a decisão é de não decidir.  Depois há que ter em conta todo o ambiente que a rodeia (família, amigos, etc.) e que começa a dizer: Minha esposa é diabética, meu irmão é diabético, etc. Todos co-criando uma realidade diabética e aumentando o acordo geral em relação à doença. Se apenas a própria pessoa apegada ao rótulo já torna difícil a cura, toda uma família e amigos rotulando a pessoa tornam a tarefa de cura quase impossível.

O pâncreas é uma glândula que se encontra associada ao centro de energia do plexo solar, muito relacionado com as emoções, o mental e os desejos.

A pessoa com diabetes tem uma grande necessidade de exercer controle. Perdeu toda a doçura que poderia ter, devido a muita mágoa profundamente enraizada.

É normalmente uma pessoa muito emotiva, na maior parte das vezes com desejos em demasia, não apenas para si, mas para também para todos os que a rodeiam. Gosta e quer que cada um tenha a sua parte. Se alguém tiver mais do que ela pode sentir-se enciumada. 

Esses desejos escondem uma tristeza interior que resulta normalmente de um profundo desejo de amor e ternura não satisfeitos. Melhor dizendo nunca satisfeitos.

Estas pessoas freqüentemente fazem de mãe com os outros, culpabilizando-se quando os seus desejos para com os outros não se manifestam. São pessoas muito dedicadas, mas com demasiadas expectativas.  Desenvolvem uma intensa atividade mental para buscarem meios para responder às expectativas que criam.

A diabetes está a dizer á pessoa que a tem, para dispor de tempo para ela mesma, vivendo o momento, em vez de querer controlar tudo. A pessoa precisa abandonar a missão de fazer o filme de todos os que a rodeiam, de decidir o que faz os outros felizes, etc.

Se você tem diabetes e tem facilidade em conseguir tudo o que quer, cuide, porque os que se encontram à sua volta quase sempre desejam outras coisas ou, não desejam o que você deseja, tão intensamente quanto você. Precisa libertar a idéia de que tudo o que você deseja é bom ou certo para os outros.

Aceite a idéia de que esses são apenas os seus desejos e, reconheça tudo o que conseguiu alcançar até hoje! Finalmente aceite ainda que o fato de desejos maiores do passado não se terem manifestado, não o impedem de desfrutar de pequenos desejos em cada momento.

As crianças que tem diabetes normalmente não se sentem reconhecidas. Buscam atenção para preencher o vazio interior criado por essa tristeza. Para ficarem bem tem que descobrir o seu lugar na família, abandonando a percepção de ser a criança perdida.

Através do Descondicionamento tem-se verificado em muitos casos que, através do reequilíbrio emocional e da eliminação de crenças limitadoras, muitas doenças, entre elas a Diabetes, tem uma tendência a desaparecer ou a melhorar consideravelmente.

Como em todos os casos de doença, a cura só pode iniciar-se, a partir do momento em que você se aceitar tal como você é e, viver intensamente cada momento como se fosse o último. Enquanto resistir e lutar contra algo que você mesmo criou para poder evoluir e tomar mais consciência de si mesmo, estará longe da solução, seja qual for a abordagem que procure para curar a sua doença.

Curando a pessoa, muitas vezes a doença desaparece!

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