quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Para começo de ano


Quando era criança perguntei aos meus pais porque é que o ano começa em Janeiro e não em Março e porque é que Setembro era o mês 9 e não 7, como o próprio nome indica. Não me souberam responder. 

Só compreendi anos mais tarde quando já era adulto e decidi pesquisar.


Se o leitor também não souber e quiser saber pode acessar:




Não é que uma questão muito importante em si mesma. Simbolicamente representa o fato de aceitarmos algumas situações da nossa vida sem nos questionarmos. Fazemo-lo normalmente porque:


  • Achamos não terem solução.
  • Estamos conformados com a sua compreensão.
  • Porque sabemos lidar com elas (sinal de que elas existem... e não foram resolvidas).
  • Ou ainda por um misto de quaisquer das opções acima.
É sempre bom lembrar que através da repetição de algo que não funciona não iremos lograr que funcione.

Encontra-se neste momento insatisfeito com algum aspecto da sua vida?


Poderá perguntar-se:


  • O que estou repetindo na minha vida que está a me conduzir a esta situação em que me encontro insatisfeito?
Será que continua afirmando mentalmente que todos os seus problemas se devem aos outros?

Ou será ainda que, está se culpando de encontrar-se nessa situação?


O poder de mudar a sua vida está dentro de você! Enquanto mantiver aquelas percepções a sua vida não mudará. Ela só irá mudar quando mudar as suas percepções.


Ah se fosse assim tão fácil... É verdade, não é assim tão fácil! Por isso lhe proponho essa análise da sua parte enquanto, da minha parte, estou disposto a ajudar no que estiver ao meu alcance.


É mais difícil continuar assim como está, porém infelizmente essa é a realidade que a maioria vai perpetuar ao longo de 2012! Continuar assim como está confortavelmente desconfortável... E o pior é que continuando nesse desconforto, este tem uma tendência, por acumulação, para aumentar, ou não será? Se colocarmos lixo na lixeira do nosso computador e nunca a limparmos, ao fim de algum tempo o computador não vai mais trabalhar! Se não acredita experimente... O mesmo sucede com os seres humanos!


Por que será que evacuamos diariamente, escovamos os dentes, tomamos banho, cortamos o cabelo periodicamente, urinamos, tiramos o lixo que temos em casa, a lixeira do computador, etc., ou seja, por outras palavras, efetuamos uma limpeza orgânica do nosso corpo, casa, computador, etc.. Se é homem imagine nunca fazer a barba ao longo da vida, o que sucederia?


E onde está a limpeza energética, emocional, eletromagnética? Como seria se tivéssemos um processo simples, eficiente e independente (sem ter que recorrer à ajuda externa – paradigma que até muitos terapeutas ainda não compreenderam que já é obsoleto) para fazer?


Essa é uma das principais propostas do meu trabalho. Para esclarecimentos pode acessar o site: http://www.fernandobaptista.com/  ou melhor ainda entrar diretamente em contato comigo através de: http://www.fernandobaptista.com.br/contato_12.html


Recentemente ao ler um livro de um dos empresários de maior sucesso no século passado nos EUA decidi verificar se ainda era vivo. Constatei chocado, que tinha falecido ainda antes dos sessenta anos. Esse homem que realizou a grande maioria dos sonhos em diversos níveis, que tinha na sua vida dizia:


“Com efeito podes eleger entre reagir ou responder ao teu passado. Reagir é permitir que os teus pensamentos despertem, com respeito a fatos passados, as mesmas emoções negativas que não te gostaram quando as experimentaste pela primeira vez. Responder ao teu passado é o processo de aceitar as  coisas tal como são no presente, para depois encarar o teu passado como se fosse somente uma torrente de fatos já vividos que não tem poder direto sobre o teu presente, salvo o que tu lhe queiras dar. Aceita mentalmente as coisas tal como são e começa desde esse ponto de partida.


Com demasiada freqüência quando se desenterram recordações desagradáveis provocam-se emoções negativas de culpa e autocrítica, caracterizadas por um modo de castigar-se pensando no que podia ou devia ter sido. Outras vezes carregamos a culpa a outras pessoas, às circunstâncias ou à má sorte, e acabamos experimentando no presente as emoções negativas de nojo, ódio, auto-compaixão, inveja, vingança e ressentimento. Sem embargo, com isso nada se ganha. Não castigas a ninguém, salvo a ti mesmo. Só consegues perder eficiência e desequilibrar-te emocionalmente com o que acabas impotente no momento atual. “


Uma cliente minha perguntava-me no inicio da terapia, se tinha que se lembrar de algumas coisas da sua vida passada que a faziam sofrer, para se libertar delas.


Ambos os casos retratam aquilo que se passa com a maioria dos seres humanos. Talvez essa seja uma das razões porque vivemos tão pouco tempo (como é possível uma pessoa que alcançou um sucesso indiscutível desenvolvendo cadeias de empresas, ajudando milhões de pessoas, realizando a maior parte dos sonhos da sua vida, falecer tão novo?). Uns dirão que não está nas nossas mãos e, provavelmente não estará completamente, mas que podemos fazer muita coisa para aumentar a longevidade, podemos. E uma das coisas que pelo menos a maioria pode fazer, tal como escrevi antes, é uma limpeza emocional periódica (bem feita, claro!). Se associada a um maior desapego de pessoas e coisas tanto melhor!


Hoje é comprovada a importância das emoções na nossa vida. Nos dois casos acima, as pessoas assumem implicitamente que guardam emoções que são desconfortáveis. Essas emoções referem-se a situações que já ocorreram há alguns anos. O tempo passou, mas as emoções permanecem. 


  • Porque será?
  • E se nada for feito ou, se forem “esquecidos” esses momentos será que as emoções irão desaparecer algum dia?
  • Se não desaparecem, como ambos referem, que efeito é que elas estão e irão continuar a causar a curto, médio e longo prazo, no corpo e na alma?
  • Será que a aceitação é suficiente como muitas das atuais filosofias e correntes de pensamento propõem?
  • Será que é necessário chorar ou irritar-se de novo, revivendo a situação, para se libertar definitivamente da carga?
Estas são algumas das questões que gostaria de deixar no ar para este ano, sempre recordando duas coisas:


  • Tudo está certo como está!!!  Então, por favor, pare de criticar e culpar os outros pelos seus males e muito menos se culpe a você mesmo – em lugar disso decida assumir responsabilidade total por sua vida!
  • A questão é saber se você se sente bem ou não, nesse equilíbrio! (se não estiver, por favor, saia da sua zona de conforto e procure outro equilíbrio que seja mais confortável para você – é preferível investir algum tempo a lembrar e livrar-se de alguns aspectos dolorosos da sua vida, do que perder o resto da sua vida vivendo-a apenas 10% do que seria seu direito por nascimento.
    Claro que se o leitor for do Eneatipo 1 (para melhor esclarecimento, ver matéria sobre o Eneagrama) em relação ao penúltimo item irá dizer: é fácil falar, mas como é que vou deixar de criticar e julgar os outros se foi nesse ambiente que eu vivi enquanto criança e estou habituado a fazê-lo a mim mesmo e aos outros quase desde que me conheço?

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